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A ansiedade, porém, é um fenômeno importante quando não patológica, levando a pessoa ao “fazer”, se proteger, evitar perigos e se movimentar, estimulando o indivíduo a entrar em ação, quando necessário.

 

Quando em excesso, se torna patológica, ocasionando resultado oposto, ou seja, impedindo ações ou até reações necessárias à vida.

 

A ansiedade, muitas vezes, se encontra na posição de “sintoma” da depressão, o que pode gerar dificuldades na percepção “leiga” sobre entendimento de se estar deprimido ou ansioso.

 

Sintomas da Ansiedade:

• Tremores

• Dores nas costas

• Rigidez e/ou tensão muscular persistentes

• Espasmos

• Imobilidade

• Palidez, enrubescimento

• Mudança de temperatura do corpo – Descida ou subida abrupta

• Dores no peito

• Necessidade de açúcar, doces, ou chocolate

• Fadiga crónica

• Dificuldade em falar e andar

• Excesso de energia, muita agitação

• Palpitações

• Necessidade frequente de urinar

• Frio

• Dormência e formigueiro

• Dificuldade em respirar

• Tonturas

• Redução da capacidade auditiva

• Despersonalização

• Náuseas

• Falta ou aumento de apetite

Tratamento:

Dependendo o grau da ansiedade, a psicoterapia Cognitivo-Comportamental apresenta resultados bastante otimistas por contar com técnicas específicas que auxiliam no tratamento. Em alguns casos, porém, o acompanhamento médico/psiquiátrico (medicamentoso) se faz necessário. O diagnóstico precoce e preciso da ansiedade, o tratamento eficaz e o acompanhamento por um período de tempo (avaliado pelo psicoterapeuta e/ou médico psiquiatra) são imprescindíveis para a obtenção de melhores resultados e menores prejuízos, visando sempre melhor qualidade de vida do indivíduo.

 

A ansiedade persistente, sem tratamento, pode levar à uma ansiedade exacerbada, resultando em Transtorno de Pânico. Portanto, o diagnóstico e tratamento podem fazer toda a diferença na vida da pessoa, tirando-a de possível piora de quadro.

 
ANSIEDADE
Manifesta-se de várias formas e combinações  entre os diversos sintomas que a compõem, diferindo de indivíduo para indivíduo porque cada pessoa tem uma química única.

 

Os sintomas mais comuns são: sensação de aflição, angústia, incertezas, perigo iminente que, na maioria das vezes leva à imobilização perante a vida.

 

A ansiedade, porém, é um fenômeno importante quando não patológica, levando a pessoa ao “fazer”, se proteger, evitar perigos e se movimentar, estimulando o indivíduo a entrar em ação, quando necessário.

 

Quando em excesso, se torna patológica, ocasionando resultado oposto, ou seja, impedindo ações ou até reações necessárias à vida.